ATO em DEFESA do ADICIONAL DE TITULARIDADE! QUARTA-FEIRA (21/10), a partir das 17h no PAÇO Municipal (Pça Mauá)

QUARTA-FEIRA (21/10), a partir das 17h no PAÇO Municipal (Pça Mauá)

Voltou a circular o Projeto que ataca os servidores.

1) O Projeto ACABA com o Adicional para todos que estão em Estágio Probatório, e também para quem está em estágio e ainda não apresentou o diploma;

2) Para os futuros servidores também será negado o pagamento, até que tenha estabilidade;

3) Quem é estável e está cursando e ou vai cursar uma graduação poderá não receber, pois alguns cargos ficarão de fora da Titularidade, já que o Projeto prevê que os cursos a serem apresentados sejam compatíveis com o cargo exercido;

4) O Projeto deixa os critérios subjetivos para serem colocados após aprovação da Lei. Portanto, até quem já recebe poderá perder no futuro, pois o Projeto de Lei não garante nada (e não existe “direito adquirido”).

5) Mesmo que não retirem o Adicional de quem já recebe a graduação, não haverá como avançar no Adicional, já que não haverá uma pós compatível com o cargo de ingresso (exemplo: Motorista com graduação em Direito)

Ou seja, o verdadeiro Projeto do governo é desestimular a continuidade dos estudos.

Esse problema é de TODOS nós, já que mexendo com um vai mexer com os outros também (mais cedo ou mais tarde).

Nos servidores, já estamos:

  • Sem reajuste até de 2022 no mínimo;
  • Pagando 2% a mais de IPREV;
  • Com o tempo do quinquênio e Licença Prêmio congelados até 2021;
  • Levando mais de 3 anos para receber a Licença Prêmio em pecúnia;
  • Vendo a TERCEIRIZAÇÃO avançar e retirar nossos postos de trabalho;
  • Ameaçados pela Reforma Administrativa do governo Federal que quer tirar a estabilidade do servidor.

Vamos dar nosso BASTA a mais esse ataque aos direitos.

TODOS AO PAÇO!

Saiba mais aqui.

Veja como foram nossas lutas desde 2019 para evitar a votação:

17/06/2019: SINDSERV alerta categoria do Projeto enviado para a Câmara e já marca ato;

19/06/2019: Ato dos servidores no Paço Municipal contra o ataque;

27/06/2019: Ato na Câmara dos Vereadores;

10/07/2019: Sindicato convoca novo ato na Prefeitura;

11/07/2019: Categoria pressiona governo;

25/07/2019: Servidores se reúnem em assembleia e rejeitam oficialmente o Projeto;

08/08/2019: SINDSERV marca novo ato e publica estudo comparativo do Projeto;

02/09/2019: Governo anuncia que cedeu em alguns pontos, mas não põe nada por escrito;

12/12/2019: Projeto volta a andar na Câmara, servidores fazem ato.