Montagem de fotos. Escrito "Vereadores contra trabalhadores" com uma foto de um Leão bravo e o vereador Benedito Furtado discursando. Embaixo "Vereadores fiscalizando a prefeitura" com foto de um gatinho manso e o Furtado sorrindo e tampando o próprio olho

Em 2015, o vereador Benedito Furtado tentou, mais uma vez, atacar o direito dos servidores municipais de Santos às incorporações de chefias. Dessa vez, Furtado entrou com representação no Ministério Público Estadual. Deu com os burros n’água: após pressão da categoria, o Supremo decidiu que as incorporações são legais e não ferem a Constituição.

Em junho de 2017, a Câmara de Santos votou o Projeto de Emenda à Lei Orgânica do prefeito, alterando a incorporação de cargos em comissão de 20% para 10% por ano. O Projeto do prefeito foi pautado sem que nem mesmo a base aliada tivesse sido informada. O modo sorrateiro teve a intenção de impedir qualquer mobilização por parte dos servidores. O SINDSERV já havia pedido Audiência Pública para discutir a questão abertamente com toda a sociedade, mas os vereadores resolveram ignorar e atender (mais uma vez) o pedido do prefeito.

O Projeto funcionou como economia porca, pois não mexeu no mais importante para reduzir gastos: o corte de cargos comissionados ocupados por indicações políticas. Isso sim traria uma boa economia para os cofres da Prefeitura e não prejudicaria os serviços públicos.

Na campanha salarial, os servidores reivindicaram a redução em 30% dos cargos comissionados, o que representaria uma diminuição de 90 vagas. A maioria desses carguinhos não têm funções e são oferecidos aos cabos eleitorais.

Esse deveria ser o foco para economizar: Os cargos inúteis que só estão lá para pagar dívidas de campanhas. Já os cargos comissionados que são justos, onde o servidor está assumindo maiores responsabilidades, não é nenhum privilégio receber proporcionalmente por isso.

NÃO VOTE NELES:

– Rogério Santos (PSDB), ex-secretário de governo, candidato a prefeito indicado por Paulo Alexandre;
– Banha (MDB), vereador por 5 mandatos, candidato a prefeito;
– Ademir Pestana (PSDB), vereador, candidato ao 5º mandato;
– Adilson Junior (PP), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Audrey Kleys (PP), vereadora, candidata ao 2º mandato;
– Augusto Duarte (PSDB), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Benedito Furtado (PSB), vereador, candidato ao 6º mandato;
– Boquinha (PL), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Braz Antunes (PSDB), ex-vereador, candidato ao 4º mandato;
– Bruno Orlandi (DEM), vereador, candidato ao 2ª mandato;
– Cacá Teixeira (PSDB), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Carabina (PSDB), ex-vereador, candidato ao 3º mandato;
– Dr. Catapreta (PP), suplente de vereador, candidato ao 1º mandato;
– Fabiano da Farmácia (PL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Hugo Duppre (REPUBLICANOS), vereador, candidato ao 4º Mandato;
– Lincoln Reis (PL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Manoel Constantino (PSDB), vereador, candidato ao 10º mandato;
– Pastor Roberto de Jesus (REPUBLICANOS), vereador, candidato ao 4º mandato;
– Paulo Mansur (PP), empresário (sobrinho de Beto Mansur, condenado por manter trabalhadores em situação análoga à escravidão e ex-prefeito que deixou os servidores 8 anos sem reajuste), candidato a vereador;
– Rui de Rosis (PSL), vereador, candidato ao 2º mandato;
– Sergio Santana (PL), vereador, candidato ao 3º mandato;
– Zequinha Teixeira (PP), vereador, candidato ao 3º mandato.

OUTROS MOTIVOS:

– Parte 1 (introdução);
– Parte 2 (campanhas salariais);
– Parte 3 (granada no bolso);
– Parte 4 (IPREV);
– Parte 5 (CAPEP);
– Parte 6 (aumento do desconto);
– Parte 7 (Titularidade);
– Parte 8 (ataque aos servidores doentes);
– Parte 9 (calotes);
– Parte 10 (Portarias e Decretos);
Parte 11 (incorporações);
Parte 12 (terceirizações);
Parte 13 (ver para não esquecer).