Imagem do vídeo: três diretores do sindicato dos metalúrgicos

A pandemia revela a verdadeira face das empresas capitalistas. A busca pelo lucro é o único objetivo, não se importam com seus trabalhadores e a população em geral.

A Usiminas é mais uma dessas empresas que só está preocupada com seus lucros. No meio da maior crise sanitária de nossos tempos, quer demitir 900 trabalhadores e ainda reduzir os salários dos cerca de 500 funcionários que sobrarem.

Se isso se concretizar, vai agravar ainda mais a situação na Baixada Santista. A região já é um dos maiores focos de contaminação e mortes pelo Coronavírus. Com mais trabalhadores sem salário fixo, mais pessoas estarão nas ruas atrás do sustento para suas famílias. Isso enfraquece consideravelmente o isolamento, aumentando a proliferação do vírus.

O Sindicato dos Metalúrgicos estava em uma intensa negociação com a usina e já estava pronto para colocar a proposta de Acordo Coletivo Emergencial para avaliação dos trabalhadores. Proposta essa que garantiria os valores acima do que está na Medida Provisória do governo federal e não continha outros ataques propostos inicialmente pela Usiminas.

Mas, antes mesmo da decisão dos trabalhadores, o sindicato recebeu a informação dessa lamentável medida da empresa. Portanto, o sindicato não fará nenhuma votação de Acordo sem a garantia de não haver as demissões em massa.

O sindicato já denunciou ao Ministério Público do Trabalho mais esse ataque brutal da direção da usina contra os trabalhadores.

O SINDSERV Santos se solidariza com os trabalhadores metalúrgicos e seu sindicato.

NENHUM DIREITO A MENOS!